Muita gente acha que jejum intermitente é só passar um tempo sem comer, mas especialistas dizem que o truque está no planejamento e na lógica por trás da coisa — e não em ficar sem lanchar por aí. A ideia é manter períodos definidos de abstinência calórica que estimulem respostas metabólicas específicas, como menor insulina e maior uso de gordura como fonte de energia — algo que simplesmente pular refeições aleatoriamente não garante.
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Entre os erros mais comuns está acreditar que qualquer intervalo sem comida já é jejum intermitente de verdade. Consumir calorias — mesmo em bebidas — no período de jejum ou compensar depois com alimentos sem nutriente acaba anulando os benefícios e pode até causar picos de insulina que atrapalham quem busca resultados.
Profissionais ressaltam que cada protocolo deve ser pensado conforme a rotina, os treinos e a resposta do corpo. Jejuar de forma estruturada pode ajudar na sensibilidade à insulina e até apoiar metas de saúde, mas não é uma fórmula mágica e não serve para todos.
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Pessoas como gestantes ou quem tem histórico de transtornos alimentares devem evitar esse tipo de dieta, e qualquer mudança deve priorizar equilíbrio e atenção aos sinais do organismo.
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