Após tornar público seu relacionamento com o ator André Lamoglia, Jade Picon reservou a última segunda-feira (19), para responder dúvidas de seus seguidores sobre relacionamentos. Através de uma interação em suas redes sociais, a empresária e ex-BBB compartilhou sua visão sobre como agir diante de pretendentes que fazem “joguinhos” e ofereceu estratégias para enfrentar o fim de ciclos afetivos, destacando a importância da transparência e do foco pessoal.
Ao ser questionada sobre como reagir a parceiros indecisos, Jade defendeu a clareza de intenções. Para ela, saber o que se deseja é o ponto de partida para evitar confusões maiores. “Primeiro passo é: você sabe o que você quer? Isso já é alguma coisa. Porque geralmente quando você está do lado que não sabe o que quer, é bem confuso. Então pelo menos está do lado que já sabe e pode tomar a iniciativa de abrir o jogo e falar: ‘Oh, e aí? Qual vai ser?'”, afirmou a influenciadora.
A empresária reforçou que a conversa direta é o melhor caminho para poupar tempo e evitar desgastes desnecessários. “Aí você vai escutar e tem chance de escutar a resposta que quer e tentarem algo. Se ver que ele está muito desencanado, não perde seu tempo, não. Se você sabe o que você quer, você vai achar alguém que queira isso também. Acho que é isso. Gastar energia em um lugar onde não vai ser recompensada não vale a pena. Eu sou sempre a favor da conversa e transparência! Poupa tempo e geralmente é a melhor coisa a se fazer”, aconselhou Jade.
Sobre o processo de cura após decepções, a influenciadora sugeriu que a ocupação da mente e do corpo é fundamental para atravessar a dor de forma produtiva. “Gente, a dica que eu daria é para focar em você e ocupar sua mente. Se você fica só parada, sofrendo, vai sofrer muito mais. O sofrimento está lá, você vai sofrer de qualquer forma. Mas e se você sofrer fazendo coisas que agregam de alguma maneira? Vai treinar, conversar, trabalhar, estudar. Você pode usar decepções amorosas como uma mola para pular na vida. Depois vai ver que vai dar tudo certo, tudo passa. Dói, é difícil, mas passa”, explicou.
Jade também abordou com naturalidade a dificuldade de esquecer vínculos que não se concretizaram, os chamados “quase algo”. Ela pontuou que, nesses casos, o desafio muitas vezes está na idealização. “Quase o quê? Está tendo que superar sua própria imaginação, nem aconteceu. Você contra você. Não tem nem nada concreto para superar. Eu acho que é você focar em outra coisa. Se não, vai ser difícil superar a imaginação, que é infinita, vai imaginar o infinito”, finalizou.
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