Pesquisadores estão testando um tipo de “hardware” para o cérebro — circuitos elétricos implantados em regiões neurais — com a promessa de restaurar funções perdidas e até melhorar a memória em pacientes com distúrbios como Parkinson e epilepsia. A técnica mais avançada, chamada estimulação cerebral profunda (ECP), funciona como um marcapaços para o cérebro, implantando eletrodos que emitem pequenos impulsos para reorganizar sinais neurais que se perderam com doenças degenerativas.
++Psicologia aponta: empilhar roupas na cadeira todos os dias pode indicar desequilíbrio emocional
Esse tipo de terapia já é usado há décadas em transtornos de movimento quando os remédios não funcionam — e alguns estudos mais recentes indicam que ela pode aliviar não só tremores, mas também depressão, ansiedade e até problemas de memória, embora os cientistas alertem que os resultados variam de pessoa para pessoa.
Além disso, equipes nos EUA estão testando um dispositivo que funciona como prótese neural no hipocampo — a área do cérebro responsável por formar e armazenar memórias. Os primeiros testes em humanos mostraram que pacientes com dificuldades graves de lembrar informações conseguiram reter mais por algumas horas após o estímulo, um sinal promissor para quem sofre com perda de memória.
++A verdade chocante: segundo cientistas, o sono pode existir há mais tempo que o cérebro
Mas nem tudo é promessa imediata: os especialistas dizem que ainda falta muito para saber se a tecnologia poderá um dia turbinar cérebros saudáveis além do normal, e há preocupações éticas sérias sobre mexer com a essência da memória humana.
Não deixe de curtir nossa página no Facebook e também no Instagram para mais notícias do JETSS

