Pesquisadores agora estão debruçados sobre um truque que muita gente aprendeu na infância: dobrar a língua em forma de “U”. O gesto, que parecia apenas uma curiosidade de recreio, virou objeto de estudo para entender como o cérebro comanda movimentos delicados e coordenados. A ideia é ir além da explicação simplista e descobrir o que acontece nas áreas que controlam os músculos e a consciência corporal quando alguém consegue fazer esse formato curioso.
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Durante décadas, acreditou-se que a capacidade de fazer esse “U” com a língua era um simples traço genético — algo que você tinha ou não tinha — e era usado até em aulas de biologia básica. Hoje, neurocientistas afirmam que a explicação é mais complexa e envolve circuitos do cérebro que controlam a coordenação motora fina e a comunicação entre neurônios.
Os estudos destacam que esse movimento aparentemente trivial exige comandos cerebrais extremamente precisos, o que chamou a atenção de especialistas em psicologia e neurologia. Grupos de cientistas sugerem que isso pode revelar um pouco mais sobre a plasticidade do cérebro humano e como aprendemos e refinamos pequenas habilidades ao longo da vida.
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Mas nem todo mundo consegue fazer o “U”. Pesquisadores explicam que isso não se resume apenas ao cérebro: a anatomia da própria língua também importa. Pessoas com músculos menos flexíveis ou com o freio lingual mais curto podem ter dificuldade de curvar a língua — o que mostra que essa habilidade é resultado da interação entre cérebro e corpo.
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