A cerveja, presença garantida em encontros e celebrações, pode parecer inofensiva — mas nem sempre é amiga do coração. Especialistas alertam que o consumo frequente da bebida pode provocar alterações importantes no sistema cardiovascular, especialmente por causa do álcool. O efeito não surge da noite para o dia, mas se acumula com o tempo, aumentando riscos silenciosos que muita gente ignora enquanto levanta o copo.
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Entre os principais impactos estão a elevação da pressão arterial, mudanças no ritmo cardíaco e maior sobrecarga do músculo do coração. Em excesso, a cerveja pode contribuir para arritmias, insuficiência cardíaca e até acidentes vasculares cerebrais. Apesar de conter compostos antioxidantes vindos do lúpulo e da cevada, esses elementos não anulam os efeitos negativos do álcool sobre o organismo.
Outro ponto de atenção é o ganho de peso associado ao consumo regular. A chamada gordura abdominal está diretamente ligada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares. Além disso, a cerveja pode interferir no metabolismo da glicose, prejudicando pessoas com diabetes ou predisposição a problemas metabólicos, o que acaba refletindo diretamente na saúde do coração.
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Para quem já convive com hipertensão, histórico de infarto ou faz uso contínuo de medicamentos cardíacos, o cuidado deve ser redobrado. O álcool pode reduzir a eficácia dos remédios e intensificar efeitos colaterais. Ainda assim, médicos reforçam: o problema não está no consumo ocasional, mas no exagero e na falta de acompanhamento. Moderação e atenção aos sinais do corpo fazem toda a diferença.
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