Um novo estudo que acompanhou mais de 30 mil pessoas por oito anos derruba uma das ideias mais difundidas do fitness: não é quantos passos você dá, mas como e por quanto tempo você caminha que está ligado a benefícios reais para a saúde. Segundo os pesquisadores, dar vários passos curtos ao longo do dia — como ir até a cozinha ou ao trabalho — não traz o mesmo impacto que caminhadas contínuas de 15 minutos ou mais.
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Os dados mostram que pessoas que somam seus passos em trajetos longos reduzem drasticamente o risco de morte prematura e doenças cardiovasculares. Quem caminhava menos de 5 minutos de cada vez tinha taxas de morte bem mais altas do que aqueles que caminhavam 15 minutos ou mais seguidos — a diferença foi de cerca de 4,36% contra 0,84% de mortalidade entre os grupos, respectivamente.
Especialistas afirmam que a chave não é caminhar até ficar ofegante, mas manter um ritmo confortável e contínuo por um período mais longo, movendo o coração e a circulação de forma mais eficaz do que caminhadas fragmentadas. Além de baixar o risco de infarto e AVC, esse padrão de caminhada também ajuda na regulação metabólica e reduz inflamação, tornando essa prática mais relevante do que simplesmente bater uma meta numérica de passos.
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Os médicos reforçam que mesmo quem não chega aos famigerados 10 000 passos ainda pode ganhar muito — especialmente se parte desse movimento diário vier em blocos contínuos de 10 a 15 minutos. Assim, uma rotina simples de caminhadas pequenas e constantes pode ser mais eficaz que tentar encher o dia com muitos passinhos soltos.
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