Os gatos também sentem calor — e muito —, mas diferentemente dos cães, raramente demonstram isso de forma óbvia. Com a elevação das temperaturas, especialistas alertam que o desconforto térmico em felinos costuma passar despercebido, o que pode colocar a saúde do animal em risco, principalmente em dias mais quentes e secos.
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Entre os sinais mais comuns estão mudanças sutis de comportamento. O gato pode ficar mais quieto, evitar brincadeiras, procurar superfícies frias, se espalhar pelo chão ou passar mais tempo deitado. Em alguns casos, a respiração fica mais acelerada e o animal pode demonstrar cansaço sem motivo aparente, o que já indica dificuldade para regular a própria temperatura corporal.
Outro alerta importante é a diminuição do apetite e o aumento da ingestão de água. Gatos com calor excessivo tendem a comer menos e buscar líquidos com mais frequência. A língua para fora, a salivação intensa e a tentativa de se esconder em locais ventilados ou sombreados também são sinais de que algo não está bem.
Quando o calor é extremo e prolongado, o risco de hipertermia aumenta. Nesses casos, o gato pode apresentar apatia intensa, vômitos e dificuldade para se movimentar. Para evitar complicações, a recomendação é manter o ambiente fresco, oferecer água limpa e em abundância, evitar exposição direta ao sol e observar atentamente qualquer mudança no comportamento do animal.
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