Alex Leandro Bispo dos Santos, o suspeito de matar Maria Katiane Gomes da Silva, em que a jogou do 10º andar de um edifício na Zona Sul de São Paulo, em 29 de novembro, possui um contrato assinado no valor de R$ 12 milhões com o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido por Karina Pereira da Gama, responsável pela produção executiva da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Segundo informações do colunista Demétrio Vecchioli, do portal Metrópoles, o pagamento, segundo apurações, teve origem em um acordo da Prefeitura de São Paulo para a criação de pontos de internet gratuita em áreas de baixa renda, projeto que já era alvo de questionamentos por apresentar diversas irregularidades.
A contratação do ICB, realizada no ano apassado, previa a instalação e manutenção de milhares de conexões de Wi-Fi distribuídas por comunidades vulneráveis da capital, mas auditorias indicaram inconsistências na execução e nos custos.
Na prestação de contas, a ONG apresentou documentos que incluíam assinaturas de Alex Bispo e de sua esposa, que foi morta, tendo sido registrada como testemunha. Segundo a reportagem, trechos do plano de trabalho foram alterados em período eleitoral, permitindo pagamentos antecipados por pontos que ainda não estavam ativos.
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Os dados mostram que a empresa de Alex, a Favela Conectada, chegou a receber valores referentes a 12 meses de manutenção mesmo atuando por pouco mais de dois meses.
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