As taxas dos títulos públicos negociados pelo Tesouro Direto começaram esta sexta-feira (30) em queda nos vencimentos mais curtos, enquanto os papéis de prazo maior apresentaram poucas alterações. O destaque foi o Tesouro IPCA+ 2032, cuja taxa recuou 9 pontos-base, passando de IPCA + 7,98% para IPCA + 7,89%. Entre os prefixados, o título com vencimento em 2029 caiu de 14,95% para 14,89% ao ano.
++Ferrugem se emociona ao falar sobre caso de menino exposto por influenciadora
Apesar do recuo, os juros continuam em patamares elevados depois da forte turbulência registrada ao longo da semana. Desde o último pregão antes do segundo turno das eleições, o Tesouro Prefixado 2032 passou de 12,89% para 15,38% ao ano. Já o Prefixado 2029 acumulou avanço de 2,13 pontos percentuais no período. Os títulos atrelados à inflação também registraram altas expressivas nas taxas.
A movimentação ocorreu em meio à cautela dos investidores com os rumos da política econômica do próximo mandato presidencial. Durante a semana, o Tesouro Nacional cancelou os leilões de venda de títulos previstos e realizou três operações de recompra, que movimentaram aproximadamente R$ 31,6 bilhões. O mercado também acompanha a situação das contas públicas: a dívida bruta do país chegou a 82,93% do PIB em setembro, maior patamar em mais de cinco anos.
++Giovani faz declaração à nova namorada: “Encontrei a dona do meu coração”
No cenário internacional, a pressão também continuou presente. O dólar avançava 0,51%, cotado a R$ 5,415, enquanto os juros futuros brasileiros abriram em alta. No exterior, os contratos futuros das bolsas de Nova York recuavam, especialmente após resultados abaixo das expectativas de grandes empresas de tecnologia. Mesmo com a queda parcial das taxas, o mercado segue atento aos próximos movimentos econômicos e políticos.












