Trump surpreende na ONU ao mirar Cuba e propor novo nome para a inteligência artificial

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Donald Trump usou seu discurso na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22), para destacar ações de seu governo, defender a política externa dos Estados Unidos e fazer novos acenos em relação a Cuba. O presidente afirmou que o regime cubano está sob forte pressão e que seu governo busca uma “mudança fundamental” no país. Segundo Trump, o secretário de Estado Marco Rubio participa das negociações com Havana.

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Ao falar sobre política internacional, Trump também relembrou a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela e afirmou que Washington está reafirmando seu poder no hemisfério ocidental. Em relação ao Irã, declarou que as forças americanas destruíram seu programa nuclear e afirmou que ainda existe uma decisão a ser tomada entre um acordo e novas ações militares. As declarações fazem parte da apresentação que o presidente fez sobre sua política de segurança e defesa.

Outro momento que chamou atenção ocorreu quando Trump decidiu questionar o próprio termo “inteligência artificial”. Para ele, a expressão deveria ser substituída por “superinteligência”, sob o argumento de que a palavra “artificial” faria a tecnologia parecer falsa. O presidente também afirmou que os Estados Unidos estão à frente da China nessa área e defendeu que o desenvolvimento da tecnologia não seja sufocado por regulamentações globais.

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Durante o discurso, Trump ainda apresentou números sobre economia, empregos, criminalidade e investimentos nos Estados Unidos, além de criticar a ONU, o Tribunal Penal Internacional e políticas de imigração. Ele também afirmou que seu governo trabalha por mudanças na estrutura da organização internacional. O discurso ocorreu durante a 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e foi marcado por declarações sobre segurança, tecnologia, Cuba e a atuação dos Estados Unidos no cenário internacional.