O planeta K2-18b, que havia ganhado fama por ser um dos candidatos mais promissores a abrigar vida fora da Terra, teve suas esperanças de “vizinho extraterrestre” derrubadas por um novo estudo da NASA. A empolgação havia sido alimentada por sinais químicos que, inicialmente, sugeriam a presença de uma molécula chamada dimetilsulfeto (DMS), associada à vida na Terra. Mas agora, com análises mais detalhadas feitas pelo Telescópio James Webb, a conclusão é clara: não há evidências suficientes para confirmar a existência dessa substância.
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O estudo anterior, divulgado com estardalhaço em setembro de 2023, levantou a hipótese de que o DMS estaria presente na atmosfera do exoplaneta. No entanto, a nova investigação apontou que os dados disponíveis são insuficientes para garantir essa presença. Os próprios cientistas admitem que, embora o planeta ainda seja intrigante por suas condições, não há como afirmar que ele abriga qualquer forma de vida — pelo menos, não com os dados que se têm até agora.
K2-18b continua sendo um mundo interessante: ele possui uma atmosfera rica em hidrogênio e está localizado na chamada “zona habitável” de sua estrela, o que indica a possibilidade de água líquida. No entanto, isso não é sinônimo de vida. A própria NASA ressalta que a detecção de substâncias biológicas em planetas tão distantes ainda é uma missão cheia de incertezas e limitações técnicas.
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A equipe responsável afirma que o próximo passo é obter mais dados e aprimorar as medições. Em outras palavras: o sonho de vida alienígena em K2-18b não está morto, mas está longe de ser realidade. Por enquanto, a única certeza é que ainda estamos sozinhos — pelo menos nas evidências científicas mais recentes.
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