Edson Fachin enfatiza união e modernização da Justiça brasileira em evento do CNJ

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Fachin pede coesão e inovação no Judiciário em encontro do CNJ (Foto: Instagram)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, pediu coesão e inovação no Judiciário nacional durante discurso em reunião do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com corregedores, realizada na terça-feira, 8. Fachin defendeu que a Justiça brasileira avance em seu processo de modernização, sempre respeitando as experiências acumuladas e mantendo espaços de diálogo entre todas as instâncias.

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Segundo o magistrado, “todos e todas aqui estamos almejando o aperfeiçoamento da Justiça brasileira, ou seja, o desenvolvimento, a sua modernização, com respeito às trajetórias percorridas e com diálogo”. Ele ressaltou que essa busca por aprimoramento não deve ignorar os caminhos já trilhados nem deixar de ouvir todas as vozes envolvidas no processo.

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Em seu pronunciamento, Fachin também destacou que os desafios contemporâneos exigem “um diálogo permanente” entre os diversos atores do sistema judiciário. Para ele, a capacidade de interação contínua e de resposta rápida é fundamental para que o Poder Judiciário cumpra seu papel com eficiência.

Ainda de acordo com o presidente do STF, “eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhes apresentam no momento contemporâneo. E a Justiça brasileira não faltará à legalidade constitucional, por certo, por seus deveres que decorrem da própria Constituição”. Com isso, reforçou a confiança na solidez institucional e na observância dos preceitos legais.

Fachin concluiu afirmando que, unidos, os integrantes do Judiciário podem construir uma estrutura ainda mais preparada para enfrentar problemas urgentes, como o excesso de processos e a necessidade de digitalização de procedimentos. Ele enfatizou que o trabalho conjunto é o caminho para aprimorar prazos, reduzir gargalos e promover maior transparência nos serviços prestados.

O encontro do CNJ reuniu magistrados e corregedores de tribunais de diferentes partes do país que atuam na fiscalização interna e na disciplina do Judiciário. Criado pela Emenda Constitucional 45, o Conselho Nacional de Justiça tem a missão de aperfeiçoar a gestão administrativa e zelar pela observância dos princípios constitucionais no funcionamento dos órgãos judiciais.