A ascensão meteórica do ChatGPT despertou temores em profissionais de diversas áreas, mas um brasileiro que participou dos primeiros passos da OpenAI fez uma revelação capaz de mudar a forma como muita gente enxerga a inteligência artificial. Segundo ele, apesar do avanço impressionante da tecnologia, ainda estamos longe de ver máquinas substituindo completamente o trabalho humano.
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O pesquisador Bruno Alano, que integrou um grupo de estudos da OpenAI quando a empresa ainda funcionava como um laboratório voltado à pesquisa em inteligência artificial, afirmou que o ChatGPT representa um enorme salto tecnológico. No entanto, ele destacou que a ferramenta não possui capacidade para compreender e aprender qualquer atividade da mesma maneira que uma pessoa faz.
De acordo com o especialista, a inteligência artificial atual é extremamente eficiente em tarefas específicas e pode aumentar significativamente a produtividade. Mesmo assim, ela continua dependente da supervisão humana, principalmente em atividades que exigem interpretação mais profunda, criatividade, julgamento crítico e tomada de decisões complexas.
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Enquanto o debate sobre o futuro do trabalho continua ganhando força, a declaração do brasileiro ajuda a colocar os avanços da IA em perspectiva: o ChatGPT pode transformar profissões e mudar rotinas, mas ainda não chegou o momento em que os humanos se tornarão dispensáveis.

