
Câmeras de segurança registram suspeita saindo com Porsche Cayenne PHEV (Foto: Instagram)
Um empresário de São Paulo registrou boletim de ocorrência depois de perceber o sumiço de sua Porsche Cayenne PHEV, avaliada em cerca de R$ 470 mil, na garagem de seu condomínio. O automóvel desapareceu após ele convidar a mulher que conheceu em uma boate para passar a noite em seu apartamento. A Polícia Civil iniciou investigações para esclarecer o caso.
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Segundo o boletim, o casal se conheceu em uma festa na capital paulista e permaneceu parte da madrugada junto, conversando e brindando a noite. Antes de irem ao imóvel, fizeram ainda uma breve parada em uma loja de conveniência próxima, onde adquiriram bebidas. Não há registro de desavenças até então.
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Na manhã seguinte, a mulher comunicou que deixaria o edifício por meio de um carro de aplicativo. Horas depois, ao se arrumar para o trabalho, o empresário notou que a Porsche não estava mais na vaga reservada no subsolo. Funcionários do condomínio afirmaram ter visto uma condutora saindo ao volante do veículo, o que deixou o dono bastante surpreso.
As câmeras de segurança do prédio registraram a saída do carro sob responsabilidade dessa motorista, reforçando a suspeita. Imagens obtidas pelas autoridades mostram o momento em que a mulher chega ao hall de entrada e segue em direção à garagem, conduzindo o utilitário esportivo. Até agora, não foi possível confirmar rumo ou destino.
Após perceber a falta do carro, o empresário tentou contato com a mulher por meio de redes sociais e aplicativos de mensagem. Segundo a vítima, durante a conversa ela exigiu pagamento em dinheiro como condição para devolver o veículo. Diante da solicitação, ele decidiu procurar a delegacia para formalizar a denúncia.
O caso está a cargo do 16º Distrito Policial, na Vila Clementino, sob responsabilidade da Polícia Civil de São Paulo. Os investigadores apuram as circunstâncias e buscam localizar a suspeita. Há ainda a suspeita de que a vítima tenha sido submetida ao golpe conhecido como “Boa Noite, Cinderela”, em que substâncias diminuem a capacidade de reação antes da consumação do crime.

