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Tia afirma que menina morta ao ser arremessada em piscina pediu para não ser jogada

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Jeniffer Gabrielly da Silva, 11 anos, morta após ser empurrada em piscina em Anadia (AL) (Foto: Instagram)

A morte de Jeniffer Gabrielly da Silva, de 11 anos, causou comoção em Anadia, interior de Alagoas. Segundo a família, a criança implorou para não ser empurrada em uma piscina profunda durante uma confraternização em uma chácara da cidade, mas foi lançada na água mesmo assim. O episódio deixou parentes e moradores chocados, que questionam a atitude do suspeito na hora do acidente.

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O incidente ocorreu durante uma festa familiar, quando um adolescente de 17 anos teria empurrado Jeniffer na piscina. Após o mergulho da menina e sua consequente morte na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o jovem suspeito deixou o hospital e está foragido. A Polícia Civil de Alagoas já iniciou as investigações para responsabilizar o responsável.

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Em entrevista, a tia-avó Vânia Maria de Lima Santos detalhou que Jeniffer tinha receio da profundidade e pediu para não entrar na piscina. A familiar relatou que a irmã da vítima conhecia o adolescente e a namorada dele, e que Jeniffer era descrita como obediente, carinhosa e muito apegada aos parentes. “Ela pediu para não ser jogada na piscina, pois estava com medo, porque a piscina era muito funda”, ressaltou Vânia.

Testemunhas contam que, após a queda, Jeniffer começou a se afogar. O irmão de 15 anos tentou alertar os adultos presentes, mas muitos ignoraram, acreditando se tratar de uma brincadeira. Só quando o irmão também mergulhou para socorrê-la e quase sofreu afogamento é que as pessoas agiram, retirando os dois da piscina, porém a menina já estava sem vida.

A Polícia Civil informou que o adolescente investigado teria empurrado outras duas crianças antes de atingir Jeniffer. A perícia ainda apura se a morte resultou de choque térmico, traumatismo craniano ou afogamento. O chefe de operações Edno Gusmão afirmou que os primeiros depoimentos, inclusive da irmã da vítima e da mãe do suspeito, já foram colhidos.

Jeniffer morava no centro de Anadia com os pais e irmãos. Após a tragédia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca. Em nota, a Prefeitura decretou luto e suspendeu as aulas da rede municipal em 25 de março. O sepultamento aconteceu no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, reunindo familiares, amigos e moradores em demonstração de pesar.

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