
Influenciador Buzeira é transferido para CDP de Caiuá (Foto: Instagram)
O influenciador digital Buzeira, cujo nome de nascimento é Bruno Alexssander Souza da Silva, teve recentemente confirmada sua transferência para outra unidade do sistema prisional paulista. A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) oficializou o movimento, evidenciando nova etapa na detenção do criador de conteúdo.
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Segundo apuração do g1, o influenciador foi enviado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caiuá, cidade do interior de São Paulo. A SAP, porém, não detalhou oficialmente o dia exato em que Bruno Alexssander começou a cumprir pena naquele estabelecimento, tampouco mencionou previsão para outra eventual remoção.
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Buzeira está recolhido desde outubro de 2025, quando foi alvo da Operação Narco Bet, ação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao tráfico internacional de drogas. Desde então, o influenciador cumpre prisão preventiva e aguarda desfechos judiciais sobre as acusações que envolvem grandes somas em apostas online e criptomoedas.
Em seus primeiros meses de encarceramento, o criador de conteúdo passou pelo Centro de Detenção Provisória IV de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista. Posteriormente, foi transferido para a Penitenciária Odon Ramos Maranhão, localizada em Iperó, região de Sorocaba. Cada mudança, sempre ratificada pela SAP, segue critérios de segurança e movimentação interna do sistema prisional.
A prisão de Bruno Alexssander ocorreu em sua residência de luxo em Igaratá, interior do Estado, durante cumprimento de mandado no âmbito da Operação Narcobet. As investigações apontam que ele teria movimentado milhões de reais por meio de plataformas de apostas e transações em criptomoedas, desviando recursos para organizações criminosas dedicadas à distribuição de entorpecentes.
Apesar do histórico de transferências, a SAP não detalha a rotina, as condições de visita nem os regimes de cumprimento de pena aplicados a Buzeira em Caiuá. Fontes ouvidas pelo g1 indicam que a unidade tem capacidade para atender detentos em situação similar, mas mantém níveis de segurança elevados para casos de maior complexidade.

