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Mãe de noiva assassinada no dia do casamento detalha relação agressiva com guarda municipal

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Nájylla morta a tiros pelo guarda municipal no dia do casamento (Foto: Instagram)

A mãe de Nájylla Duenas Nascimento afirmou que o guarda municipal suspeito do crime demonstrava comportamento violento sempre que consumia bebidas alcoólicas. Segundo relatos de Rosilaine Alves Duenas, Daniel Barbosa Marinho, de 55 anos, chegou a intimidar a filha em episódios anteriores, mas ela optou por seguir com o relacionamento.

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Nájylla, de 34 anos, foi morta a tiros poucas horas depois de oficializar a união com o guarda municipal em Campinas, no interior de São Paulo. A cerimônia ocorreu na manhã de sábado (9) em um cartório, e a vítima foi assassinada quando comemorava o casamento com familiares e convidados. O policial foi preso em flagrante na noite do mesmo dia.

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De acordo com a Polícia Civil, o casal participava de uma confraternização em uma residência no bairro DIC IV após a troca de alianças, quando houve uma discussão que terminou com disparos contra Nájylla. Mãe de três filhos de um relacionamento anterior — um menino de 15 anos e duas meninas de 12 e 8 anos —, a mulher não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Rosilaine contou que, apesar de ter alertado a filha sobre as atitudes agressivas de Daniel após beber, Nájylla decidiu seguir com a cerimônia e celebrar o matrimônio. A jovem, segundo a mãe, acreditava na possibilidade de mudança dele, mas acabou surpreendida pela tragédia em plena festa de casamento, testemunhada por parentes e amigos.

Por conta de uma deficiência física, Rosilaine não compareceu à celebração e foi informada sobre o ocorrido pela filha mais nova. Muito emocionada, ela relatou à reportagem a dor de receber a notícia às vésperas do Dia das Mães. “Não é fácil, meu filho. Só Deus”, lamentou, às lágrimas, durante ligação telefônica com familiares que se mobilizaram ao saber do crime.

No domingo (10), parte da família que mora no Paraná chegou a Campinas para providenciar a liberação do corpo e organizar o velório, marcado para segunda-feira (11) em local ainda não divulgado. Rosilaine lembrou dos sonhos interrompidos de Nájylla, que cursava Direito em uma faculdade on-line e sonhava em atuar como advogada.

O Tribunal de Justiça de São Paulo converteu, também no domingo, a prisão em flagrante do guarda municipal em preventiva. Conforme investigações, após os primeiros tiros, Marinho deixou o imóvel e voltou em seguida para efetuar novos disparos. A Guarda Municipal informou que o agente acionou a corporação após o crime e foi encaminhado à 2ª Delegacia de Defesa da Mulher. A Secretaria de Segurança Pública classificou o caso como feminicídio e violência doméstica.

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