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Guarda Municipal é preso por matar a esposa poucas horas após o casamento

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Nájylla Duenas Nascimento, vítima de feminicídio (Foto: Instagram)

Daniel Barbosa Marinho, 55 anos, integrante da Guarda Municipal de Campinas (GCM) há 22 anos, foi preso na tarde de sábado (9) sob suspeita de feminicídio contra a própria esposa, Nájylla Duenas Nascimento, poucas horas após o casal oficializar a união em uma cerimônia na cidade do interior de São Paulo. O crime surpreendeu colegas de trabalho e deu início a um inquérito conduzido pela Polícia Civil.

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Dados da Prefeitura de Campinas apontam que Marinho recebia salário mensal estimado em R$ 15 mil, valor que o colocava entre os agentes mais bem remunerados do quadro. Com previsão de aposentadoria em aproximadamente dois anos, o servidor, que ingressou na instituição no início dos anos 2000, acumulava vasta experiência em patrulhamento urbano e ações preventivas.

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Segundo relato oficial da GCM, o casal celebrou o matrimônio na manhã de sábado e, horas depois, entrou em discussão por motivos ainda não esclarecidos pelas autoridades. Testemunhas relataram ter ouvido gritos seguidos de um disparo inicial, momento em que Marinho agrediu a esposa e efetuou o primeiro tiro. Em seguida, fugiu do local, mas retornou para realizar novos disparos sobre o corpo de Nájylla.

A Polícia Militar foi acionada imediatamente e localizou o agente nas proximidades, efetuando sua prisão em flagrante. A arma utilizada, apontada como um revólver calibre .38, foi apreendida juntamente com as munições. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro à vítima, mas ela não resistiu aos graves ferimentos e morreu no local.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) informou que, no domingo (10), a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. A decisão atende a pedido do Ministério Público e visa garantir a regular instrução processual. Nájylla deixa três filhos, frutos de um relacionamento anterior, que agora contam com o amparo de familiares para as providências necessárias.

Em nota oficial, a Guarda Municipal de Campinas lamentou profundamente o ocorrido e afirmou que a Corregedoria interna acompanha o caso para instaurar procedimentos administrativos e disciplinares cabíveis. A corporação também ressaltou que presta total colaboração à Polícia Civil e permanece à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos. O crime foi registrado como violência doméstica e feminicídio na 2ª Delegacia de Defesa da Mulher de Campinas.

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