
Helicóptero de Henrique e Juliano faz pouso forçado em fazenda no TO (Foto: Instagram)
Uma força-tarefa formada pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB), junto com a Polícia Militar, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do Tocantins, apura a queda do helicóptero dos cantores sertanejos Henrique e Juliano em Porto Nacional (TO). O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira (8) em uma fazenda da dupla. O pai dos músicos, Edson Reis, que pilotava a aeronave, saiu ileso, assim como o segundo ocupante.
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A ocorrência, inicialmente registrada como pouso forçado, foi registrada por volta das 12h20 na zona rural de Porto Nacional. Segundo as primeiras informações, o helicóptero sofreu apenas danos materiais e não houve incêndio ou outros agravos aos ocupantes. Henrique e Juliano não estavam na aeronave durante o incidente, confirmaram em nota. A aeronave, de matrícula PR-MSJ, pertence à família e era conduzida por Edson Reis, descrito pelos filhos como um piloto com vasta experiência.
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Moradores próximos ao local relataram ter ouvido um estrondo forte e se dirigiram imediatamente ao ponto do impacto. Eles encontraram o helicóptero pendurado em uma árvore e prestaram os primeiros socorros ao pai de Henrique e Juliano e ao outro passageiro. Ambos sofreram apenas escoriações leves e receberam atendimento médico no próprio local, dispensando transferência a hospitais. Até o momento, não há registro de vítimas a bordo além dos dois ocupantes.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Henrique e Juliano informaram que o pai, Edson Reis, conduzia a aeronave e enfatizaram que não houve lesões graves. “Foi apenas um dano material, graças a Deus”, disse a dupla, que lamentou os prejuízos. Eles agradeceram as mensagens de apoio e comemoraram a integridade física do piloto, descrito como profissional experiente.
As imagens que circulam mostram o helicóptero de cor laranja apoiado entre galhos, com danos na fuselagem e nos rotores. A aeronave ficou parcialmente presa a uma árvore, o que contribuiu para evitar um impacto mais violento no solo e possíveis ferimentos mais sérios aos ocupantes.
O Cenipa informou em nota que, na mesma sexta-feira (8/05), investigadores do Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VI), com base em Brasília (DF), foram mobilizados para a Ação Inicial no local do acidente, envolvendo a aeronave de matrícula PR-MSJ. Na fase inicial, peritos credenciados aplicam técnicas específicas para coletar e confirmar dados, preservar evidências, verificar danos externos e internos da aeronave e obter depoimentos de testemunhas. Esses elementos são fundamentais para a análise detalhada que comporá o relatório final, previsto para apontar as causas do incidente, seja por falha mecânica, condição meteorológica ou fator humano.

