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EUA liberam documento com relatos de astronautas sobre OVNIs

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Os astronautas da Apollo 11 e os relatos de UAPs em viagem à Lua (Foto: Instagram)

Na última sexta-feira (8), o governo dos Estados Unidos tornou públicos registros oficiais contendo relatos dos astronautas da histórica missão Apollo 11 sobre fenômenos não identificados observados em sua viagem à Lua. Os relatórios chamaram atenção ao detalhar relatos de luzes, flashes e a presença de um objeto considerado incomum que pairava próximo à cápsula durante o trajeto entre a Terra e o satélite natural.

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Esses documentos fazem parte de um conjunto mais amplo de informações dedicadas ao estudo dos chamados UAPs (Unidentified Anomalous Phenomena), sigla atualmente utilizada para descrever fenômenos aéreos não identificados, anteriormente conhecidos como OVNIs. Entre as passagens, Buzz Aldrin esclareceu que a tripulação percebeu um objeto de dimensões consideráveis quando a nave se encontrava a aproximadamente um dia de voo da superfície lunar.

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Conforme relatado, a princípio acreditou-se que o item pudesse ser algum fragmento desprendido do foguete Saturn V que impulsionou a missão. No entanto, ao focarem o objeto através dos periscópios e câmeras da cápsula, os astronautas perceberam formas que destoavam de simples destroços mecânicos, desencadeando debates entre a tripulação sobre sua verdadeira natureza.

Neil Armstrong descreveu o formato como semelhante a uma “mala aberta”, enquanto Buzz Aldrin comparou o objeto a uma estrutura em “L”. “Vimos o que parecia ser um cilindro”, relatou Aldrin no documento, e Armstrong acrescentou: “Ou, na verdade, dois anéis”. Essas descrições ilustram as diferentes impressões visuais captadas pelos astronautas durante a observação.

Michael Collins, que permaneceu em órbita lunar no módulo de comando enquanto Armstrong e Aldrin estavam na superfície, também contribuiu com seu relato. Para ele, o objeto tinha aspecto de um cilindro oco girando lentamente no espaço. Apesar das descrições detalhadas, a tripulação ponderou sobre a possibilidade de aquilo se tratar apenas de um fragmento do próprio Saturn V, descartado durante a queima de estágio.

O relatório menciona ainda que Buzz Aldrin percebeu pequenos flashes de luz dentro da cabine enquanto tentava dormir. “Pequenos clarões dentro da cabine”, anotou o astronauta, alguns surgindo em pares e dando a impressão de atravessar a espaçonave em alta velocidade. Durante a conversa gravada, Armstrong e Aldrin levantaram hipóteses que incluíam partículas solares, radiação espacial e até átomos atravessando o interior da cápsula.

Em determinado momento, Armstrong refletiu sobre a possibilidade de partículas solares ou radiação espacial serem responsáveis pelos clarões, enquanto Aldrin admitiu sentir estranheza diante da ideia de que “algo estava atravessando a cabine em alta velocidade”. Essas discussões foram registradas nos documentos como parte do processo de investigação dos fenômenos.

A missão Apollo 11, realizada em julho de 1969, marcou a primeira vez em que seres humanos caminharam na superfície lunar. Neil Armstrong e Buzz Aldrin desceram do módulo lunar, deixando Michael Collins no módulo de comando em órbita. Os relatórios agora divulgados são parte de um conjunto de mais de cem documentos referentes a fenômenos aéreos e espaciais analisados pelo governo americano.

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