PT associa Banco Master a Flávio Bolsonaro e gera polêmica (Foto: Instagram)
Pesquisa aponta rejeição de Lula e Flávio Bolsonaro acima de 50% nas eleições (Foto: Agência Brasil/Instagram)
Lula e Flávio Bolsonaro empatam tecnicamente em disputa presidencial, aponta Paraná Pesquisa (Foto: Instagram)
Lula reage a fake news de Flávio Bolsonaro sobre fome: “Esse ano será da verdade” (Foto: Instagram)
Senador Flávio Bolsonaro durante discurso no Senado Federal (Foto: Instagram)
Flávio usa vídeo de fome do governo Bolsonaro para criticar Lula: “Panela vazia” (Foto: Instagram)
Flávio Bolsonaro reaproveita vídeo antigo para criticar Lula sobre fome (Foto: Instagram)
Flávio Bolsonaro defende Tereza Cristina como sua “sonho de consumo” para vice (Foto: Instagram)
Flávio Bolsonaro e Zezé Di Camargo na 86ª Expogrande, em Campo Grande (Foto: Instagram)
Flávio Bolsonaro critica Lula e aposta em nome forte para 2026 (Foto: Instagram)
Senador Flávio Bolsonaro durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda. (Foto: Instagram)
Pré-candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em evidência no Índice Datrix de Presidenciáveis de março (Foto: Instagram)
Pesquisa AtlasIntel/Estadão aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula em São Paulo (Foto: Instagram)
Quase 50% revela medo com vitória de Lula ou Flávio Bolsonaro em 2026 (Foto: Agência Brasil/Instagram)
O PT (Partido dos Trabalhadores) usou as redes sociais nesta última quinta-feira (16), para compartilhar um vídeo em que associa o caso do BancoMaster ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A publicação, feita no X (antigo Twitter), surgiu após a prisão do ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa. Na legenda do post, o partido escreveu o seguinte: “Banco Master e Flávio Bolsonaro: um negócio de família”.
O vídeo mostra trechos de reportagens de veículos como CBN, CNN Brasil e SBT, que relacionam o financiamento da mansão de R$ 6 milhões comprada por Flávio em 2021, quando Costa era presidente do BRB. Na época, o senador pagou R$ 2,87 milhões à vista pelo imóvel. Os R$ 3,1 milhões restantes foram financiados em 360 meses pelo BRB, com taxa de juros nominal de 3,65% ao ano. O valor era abaixo da inflação, que ficou em 4,52% em 2020.
O BRB, controlado pelo governo do Distrito Federal, tornou-se peça central nas apurações por ter sido o principal interessado na compra do Master. A transação envolvia a aquisição da instituição privada para evitar a sua quebra, mas foi vetada pelo Banco Central por falta de viabilidade econômico-financeira.