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Jovem denunciado pela mãe dormiu junto ao corpo da namorada antes de esquartejar a vítima

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Jovem é preso por feminicídio e esquartejamento da namorada em Jaboatão dos Guararapes (Foto: Instagram)

Felipe Inácio Martins da Silva, de 19 anos, foi preso em Jaboatão dos Guararapes (PE) após confessar ter matado e esquartejado a namorada, Maísa Emily Juliana da Silva, de 18 anos. Segundo o depoimento do suspeito, ele asfixiou e esfaqueou a jovem após desconfiar de uma suposta traição. Depois de cometer o crime, Felipe cobriu o corpo com um lençol e dormiu no sofá ao lado dele durante toda a noite antes de iniciar o desmembramento.
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O feminicídio ocorreu na quarta-feira (8) no bairro Curado II, na Região Metropolitana do Recife. Os detalhes da brutalidade só foram divulgados na segunda-feira (13), quando a polícia reconstituiu o crime. Em sua confissão, Felipe relatou ter forçado Maísa a admitir um caso com um vizinho, agredido a vítima por asfixia mecânica e desferido facadas no abdômen assim que ela perdeu os sentidos.
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Na manhã seguinte ao assassinato, o jovem utilizou uma machadinha para esquartejar o corpo e ocultar os restos em uma mala e em um carrinho de mão, transportando-os a áreas de mata de difícil acesso. Ele descreveu às autoridades, com tranquilidade, cada etapa do desmembramento e do descarte das partes, demonstrando frieza e planejamento. A arma branca utilizada e os objetos para acondicionar os fragmentos foram apreendidos pela polícia.

A prisão só foi possível graças à denúncia da mãe de Felipe, uma mulher de 46 anos que desconfiou do comportamento do filho e do sumiço de Maísa. Temendo que ele cometesse outro homicídio ou tirasse a própria vida, ela procurou o 25º Batalhão da Polícia Militar no domingo (12). “Ela nos informou que o filho tinha matado a namorada e estava muito abalada com a possibilidade de novos ataques. Fomos até o local e ele se entregou sem oferecer resistência”, relatou o tenente coronel Ladstone Silva.

A Polícia Civil de Pernambuco, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), recolheu a machadinha, a mala e o carrinho de mão usados no crime. O delegado Júlio César revelou que Felipe já preparava um facão para atacar o vizinho apontado como suposto amante. As investigações também buscam apurar indícios de necrofilia, aguardando o laudo do Instituto de Medicina Legal (IML).

O suspeito responde em prisão preventiva na 13ª Delegacia de Homicídios, enquanto o processo avança. Os restos mortais de Maísa Emily foram encaminhados ao IML e a comunidade de Curado II permanece em choque. O resultado da perícia será determinante para eventual inclusão de qualificadoras adicionais nos autos do crime de feminicídio e ocultação de cadáver.

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