
Luiz Bacci lidera revolução digital nas notícias brasileiras (Foto: Instagram)
Uma pesquisa conduzida em 2025 pelo Reuters Institute em parceria com a Universidade de Oxford aponta uma transformação importante no consumo de notícias no Brasil: influenciadores digitais passaram a atrair mais atenção do que veículos de imprensa tradicionais. O levantamento abrangeu 24 países e aplicou questionários a usuários de plataformas como Facebook, X, YouTube, Instagram, Snapchat e TikTok para identificar as fontes de informação mais consultadas e os perfis mais seguidos pelos brasileiros.
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No contexto global, o papel dos influenciadores cresce de forma gradual, mas no Brasil essa tendência se intensifica de maneira mais rápida do que em muitas nações. O estudo revelou que, enquanto em outras partes do mundo a mídia tradicional ainda mantém grande relevância, por aqui perfis individuais e criadores de conteúdo têm ocupado o centro das atenções na difusão de notícias, especialmente no ambiente digital.
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Entre as plataformas analisadas, o Instagram desponta como o principal meio de pesquisa sobre política para os brasileiros, servindo tanto para debate político quanto para conteúdo de entretenimento. A pesquisa também indica um traço marcante: o público com posicionamento mais conservador demonstra maior propensão a seguir influenciadores, enquanto a audiência de esquerda ainda dá preferência a jornalistas tradicionais e veículos consolidados.
Um dos exemplos mais emblemáticos desse novo cenário é o apresentador Luiz Bacci. Com 34 milhões de seguidores no Instagram, ele figura como o segundo perfil de notícias com maior engajamento no país. Só em 2026, suas publicações ultrapassaram a marca de 7 bilhões de visualizações, comprovando sua habilidade em integrar informação e entretenimento de forma eficaz.
Diante dessa mudança de paradigma, Luiz Bacci moldou sua trajetória para fortalecer sua presença digital: investiu em transmissões ao vivo, podcasts e interação direta com o público. Essa adaptação demonstra como a comunicação no Brasil está migrando para formatos mais dinâmicos e interativos, obrigando tanto influenciadores quanto veículos tradicionais a repensar estratégias para manter relevância e credibilidade no mercado jornalístico.

