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Defesa de Amado Batista se manifesta após cantor entrar na “lista suja” do trabalho escravo

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Amado Batista entrou no Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condições análogas à escravidão, mais conhecido como “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

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O documento, publicado em outubro de 2025, passou por uma atualização nesta última segunda-feira (6). Em nota enviada ao portal g1, Mauricio Carvalho, advogado do cantor, declarou que “a informação de que houve o resgate de 14 trabalhadores na propriedade do Senhor Amado é completamente falsa e inverídica”.

Conforme o documento, as propriedades estão localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo a defesa de Amado Batista, a fiscalização foi realizada em uma fazenda arrendada pelo cantor para o plantio de milho no ano de 2024.

De acordo com o documento publicado pelo Governo Federal, são duas propriedades vinculadas ao nome de Amado Batista. Sítio Esperança e Sítio Recanto da Mata, ambos localizados na BR-060, zona rural da cidade. No primeiro sítio consta 10 trabalhadores envolvidos, e no outro são quatro, totalizando 14 trabalhadores.

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A defesa do cantor, por sua vez, explicou ainda que no ano em que ocorreu a fiscalização ‘todas as obrigações dos colaboradores foram integralmente pagas e quitadas’. “Já estão sendo tomadas todas as providências administrativas para o encerramento de todo e qualquer procedimento de autuação”, destacou o representante de Amado Batista.

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