Esqueça aquela velha ideia de que os mosquitos escolhem suas vítimas com base no tipo sanguíneo. Novas descobertas científicas mostram que esses insetos são guiados principalmente por sinais químicos liberados pelo corpo humano — e isso muda completamente o que se sabia até agora. O grande destaque vai para compostos presentes no suor, especialmente ácidos carboxílicos, que funcionam como um “imã” irresistível para os mosquitos.
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Pesquisadores identificaram que pessoas que produzem maiores quantidades dessas substâncias na pele tendem a ser muito mais picadas. E o mais curioso: essa característica pode permanecer constante ao longo do tempo, ou seja, quem costuma ser alvo frequente dificilmente “escapa” facilmente. Isso explica por que, em um mesmo ambiente, algumas pessoas sofrem muito mais com picadas do que outras.
Outro fator importante é o papel das bactérias que vivem naturalmente na pele. Elas ajudam a transformar substâncias do corpo em compostos que os mosquitos conseguem detectar com facilidade. Ou seja, não é apenas o suor em si, mas a combinação entre secreções e microrganismos que define o quanto você se torna atrativo para esses insetos.
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Essa descoberta pode abrir caminho para novos tipos de repelentes mais eficazes, focados em bloquear esses sinais químicos específicos. Enquanto isso, a ciência deixa claro: a “preferência” dos mosquitos não é aleatória — e muito menos determinada pelo seu tipo sanguíneo, mas sim por um conjunto invisível de fatores que o seu próprio corpo produz.
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