Dormir mal não afeta apenas o humor ou a disposição. Um novo alerta da ciência aponta que a quantidade de horas passadas na cama pode influenciar diretamente os níveis de glicose no sangue — e isso vale até para quem não tem diagnóstico de diabetes. Pesquisadores identificaram que existe uma faixa ideal de sono associada a um melhor controle glicêmico, enquanto dormir menos ou até demais pode trazer impactos negativos ao organismo.
De acordo com o estudo, pessoas que dormem cerca de 7 a 8 horas por noite apresentam melhores índices de controle da glicose. Já aqueles que descansam menos de 6 horas tendem a ter maior resistência à insulina, fator que pode abrir caminho para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. O excesso de sono também entrou no radar dos cientistas, mostrando que longos períodos dormindo não significam, necessariamente, proteção metabólica.
Os especialistas explicam que a privação de sono provoca alterações hormonais importantes. O corpo libera mais cortisol, conhecido como hormônio do estresse, e isso pode elevar os níveis de açúcar no sangue. Além disso, noites mal dormidas afetam o apetite, aumentam a vontade por alimentos mais calóricos e prejudicam o funcionamento da insulina, criando um ciclo silencioso que impacta a saúde a longo prazo.
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A conclusão dos pesquisadores é direta: regularidade e qualidade do sono devem ser tratadas como prioridade, assim como alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos. Ajustar a rotina para garantir entre 7 e 8 horas de descanso pode ser uma estratégia simples, mas poderosa, para manter a glicose sob controle e reduzir riscos metabólicos no futuro.
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