Uma descoberta recente feita por cientistas da NASA está intrigando a comunidade científica mundial. Utilizando o poderoso telescópio espacial James Webb, pesquisadores identificaram misteriosos pontos vermelhos extremamente distantes — objetos que, segundo os modelos atuais do cosmos, simplesmente não deveriam existir. A surpresa foi tão grande que os próprios especialistas passaram a chamá-los informalmente de “quebradores do universo”.
++Amar gatos pode revelar traços secretos da sua personalidade, diz psicologia
Esses enigmáticos pontos de luz surgiram nos primeiros registros captados pelo telescópio, revelando estruturas gigantescas formadas apenas alguns centenas de milhões de anos após o Big Bang — um período considerado cedo demais para que corpos tão massivos já estivessem formados. A princípio, imaginou-se que fossem galáxias antigas e evoluídas, mas havia um problema: elas eram brilhantes e densas demais para se encaixar em qualquer teoria conhecida.
Com análises mais profundas de espectro e emissão de luz, surgiu uma hipótese ainda mais surpreendente. Em vez de galáxias, esses objetos podem ser um tipo totalmente novo de estrutura cósmica: gigantescas esferas de gás envolvendo buracos negros supermassivos. Esses “astros híbridos” emitiriam luz não por fusão nuclear, como estrelas comuns, mas pela intensa atividade do buraco negro em seu interior, devorando matéria em ritmo extremo.
++Vidente faz previsão bombástica sobre a Copa de 2026 e revela destino surpreendente de Neymar
Se confirmada, a descoberta pode ajudar a explicar um dos maiores mistérios da astronomia: como buracos negros supermassivos cresceram tão rápido no início do universo. Ainda há muitas dúvidas, e novos estudos já estão em andamento. Mas uma coisa é certa — o achado reforça que o universo guarda fenômenos muito mais estranhos do que a ciência imaginava.
Não deixe de curtir nossa página no Facebook e também no Instagram para mais notícias do JETSS.

