Carnaval, festas prolongadas e copos sempre cheios costumam vir acompanhados de uma combinação cada vez mais comum: álcool com energético. A mistura, vista por muitos como aliada para manter a disposição madrugada adentro, acendeu um alerta entre especialistas de saúde por causa dos efeitos que pode provocar no organismo.
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O principal risco está no efeito “mascarado” da embriaguez. Enquanto o álcool atua como depressor do sistema nervoso central, causando sonolência e redução de reflexos, o energético faz o oposto: estimula, acelera o coração e dá sensação de alerta. O resultado é um corpo aparentemente desperto, mas com funções motoras e cognitivas já comprometidas.
Esse desencontro de sinais pode levar a decisões mais arriscadas, aumento do consumo de bebida alcoólica e maior chance de acidentes. Como a pessoa se sente menos cansada, tende a beber além do limite que normalmente perceberia, elevando também o risco de intoxicação alcoólica.
Outro ponto de preocupação envolve o sistema cardiovascular. A combinação pode sobrecarregar o coração, elevando pressão arterial e frequência cardíaca — algo especialmente perigoso para quem já possui predisposição a problemas cardíacos. Por isso, especialistas recomendam moderação e atenção redobrada durante o consumo, principalmente em períodos de festas intensas.
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