Uma afirmação inesperada atribuída a um professor da Universidade de Harvard voltou a agitar debates sobre o corpo humano e seus limites naturais. Segundo ele, ao contrário do que muitos acreditam, os seres humanos não teriam sido “projetados” biologicamente para correr longas distâncias — mas sim para passar boa parte do tempo sentados. A declaração curiosa rapidamente ganhou repercussão por desafiar a lógica do estilo de vida fitness moderno.
++Quem prefere ficar sozinho pode ter esse traço psicológico em comum, dizem estudos
De acordo com a análise apresentada, a estrutura evolutiva do ser humano estaria muito mais ligada à economia de energia do que ao esforço contínuo. Em tempos remotos, preservar calorias era essencial para a sobrevivência, já que alimento não era abundante. Por isso, descansar sempre que possível teria sido uma estratégia biológica eficiente — o que explicaria a tendência natural ao sedentarismo.
O professor também destaca que correr, apesar de trazer benefícios comprovados hoje, não era necessariamente uma prática constante entre nossos ancestrais. A locomoção ocorria de forma funcional: caminhar para coletar, caçar ou migrar. Esforços intensos eram pontuais, e não parte de uma rotina esportiva como vemos na atualidade.
++Por que esquecemos nomes tão rápido? A ciência revela o que sua mente está escondendo
A reflexão não é um incentivo ao sedentarismo, mas um convite a entender como evolução e vida moderna se chocam. Enquanto o corpo foi moldado para poupar energia, o presente exige movimento para manter a saúde — criando um paradoxo curioso que ajuda a explicar por que tanta gente sente dificuldade em manter exercícios frequentes.
Não deixe de curtir nossa página no Facebook e também no Instagram para mais notícias do JETSS.

