O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) opinou que o Brasil caminha para repetir o mesmo rumo no cenário eleitoral polarizado de 2022, com a próxima disputa presidencial indefinida por projetos ou virtudes, mas pela capacidade de impor maior rejeição ao adversário.
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“Qualquer um tem chance de vencer essa eleição no 2º turno contra o Lula, desde que a rejeição do Lula pareça para o eleitor maior que a do oponente. Não é uma eleição de virtudes, mas de rejeição”, disse ele, em entrevista ao Poder360.
Para Eduardo Cunha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) erra ao apostar no confronto e ao falar prioritariamente para a própria base, em vez de buscar ampliar seu eleitorado. “Ele foi eleito justamente pela rejeição dele ter sido menor que a do Bolsonaro naquele momento. Em outras circunstâncias, jamais voltaria ao poder”, declarou.
Ademais, o ex-presidente da Câmara alertou os efeitos de uma eventual decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que declare inconstitucionais as emendas impositivas. “Se o nosso orçamento for todo impositivo, não há necessidade de ter emenda impositiva, porque quem aprova o orçamento é o Congresso. Eu acho que essa tem que ser a reação se isso acontecer. Todo o orçamento será impositivo, compulsório, sem permitir que o governo remaneje por decreto”, pontuou.
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