Uma pesquisa da Universidade de Oxford analisou quase 4.800 pessoas para descobrir o que realmente define uma pessoa “boa”, em vez de apenas educada ou agradável. Os cientistas pediram aos participantes que avaliassem centenas de comportamentos considerados gentis e criaram uma escala que vai de gestos simples até ações que exigem sacrifício pessoal real. O que chamou atenção é que, enquanto muitos escolhem ajudar quando isso traz algum benefício social ou retorno, um grupo se destaca por atos de bondade que exigem tempo, esforço ou até desconforto sem esperar nada em troca.
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Os pesquisadores notaram que a verdadeira gentileza não tem tanto a ver com a frequência de atos altruístas, mas com a motivação que leva a pessoa a praticá-los. O que diferencia quem é realmente “bom” é uma motivação interna voltada para o bem-estar dos outros — mesmo quando isso custa algo para si mesmo.
No estudo, qualidades como empatia e compaixão foram evidenciadas como marcas desse comportamento autêntico, junto com a capacidade de ouvir atentamente e respeitar a dignidade do outro. Enquanto muitos podem agir gentilmente para criar uma boa imagem, pessoas com esse traço especial parecem fazê-lo por uma vocação genuína para cuidar do próximo, sem pensar em vantagem pessoal.
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Especialistas em psicologia afirmam que características como essa — que refletem traços profundos da personalidade humana — podem influenciar fortemente nossas relações e como somos percebidos socialmente. Não basta sorrir: o diferencial está no que nos motiva a realmente fazer o bem.
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