Roberto Justus contou que foi surpreendido com a informação de que sua empresa, a Steelcorp, possuía como sócios ocultos o Banco Master e o BRB, além de que a revelação aconteceu durante a operação Carbono Oculto, comandada pela Polícia Federal.
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O empresário, que é CEO da Steelcorp, possuía uma parceria de pouco mais de dois anos com um fundo de investimento de cotista sigiloso. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, ele criticou as normas da Comissão de Valores Imobiliários (CVM) que permitem o anonimato de cotistas nos fundos de investimentos e explicou que aceitou a indicação de Mansur para o conselho.
“É um erro [não divulgarem os nomes]. Nunca entendi por que não podia saber quem eram os cotistas do fundo. E a Reag, por mais que as pessoas não acreditem, na época era muito compliance lá dentro”, iniciou Roberto Justus.
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“Os caras eram muito sérios com isso. Eu falava, ‘João [Mansur], eu não quero uma sociedade onde eu não sei com quem falar. Então, você faz um favor para mim? Vem você representar o fundo no meu conselho, pelo menos, para eu ter um sócio relevante'”, recordou o apresentador.
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