O universo acaba de ficar menos misterioso. Cientistas usaram o telescópio espacial James Webb para montar o mapa mais detalhado da matéria escura já produzido, revelando como essa substância invisível organiza galáxias inteiras no espaço. O avanço foi possível ao observar um enorme aglomerado galáctico que funciona como uma lupa cósmica, ampliando sinais que antes eram impossíveis de detectar.
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Esse “truque” natural acontece por causa da gravidade extrema dessas galáxias, que curva a luz de objetos ainda mais distantes. Ao estudar essas distorções com precisão inédita, os pesquisadores conseguiram rastrear a presença da matéria escura, mesmo sem vê-la diretamente. O resultado é um retrato minucioso daquilo que sustenta a estrutura do universo.
O novo mapa mostra que a matéria escura se concentra em regiões densas conectadas por longos filamentos, formando uma verdadeira rede cósmica. Essa teia invisível determina onde as galáxias surgem, crescem e se agrupam, confirmando previsões feitas há décadas por modelos teóricos da cosmologia.
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Além de impressionar pela clareza, a descoberta abre caminho para testar teorias sobre a origem do universo e o comportamento da gravidade em larga escala. Para os cientistas, o trabalho do James Webb marca um divisor de águas na tentativa de entender um dos maiores enigmas da ciência moderna.
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