Pesquisas e observações com mais de 200 crianças apontam que alguns comportamentos simples podem ser sinais de inteligência emocional bem desenvolvida desde cedo — e isso pode fazer toda a diferença no futuro delas. Segundo a especialista em educação infantil Reem Raouda, crianças que conseguem nomear e expressar o que sentem estão à frente no quesito gestão emocional, algo que muitos adultos ainda lutam para fazer. Para ajudar nessa conquista, tudo começa com conversas abertas sobre sentimentos no dia a dia.
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Outro ponto observado é a capacidade de ler sinais não-verbais, ou seja, quando uma criança percebe pela linguagem corporal ou expressão facial que alguém está triste ou confuso, por exemplo. Raouda reforça que perguntas simples após situações vividas — tipo “como você acha que ele se sentiu?” — já incentivam essa percepção.
Além disso, mostrar empatia, atenção e escuta ativa são traços de crianças com maior inteligência emocional: elas conseguem ouvir de verdade, manifestar curiosidade e até adaptar-se a mudanças de rotina sem grandes crises — como quando o passeio ao parque é cancelado por causa da chuva e elas encontram outra ideia juntos.
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Por fim, crianças emocionalmente inteligentes também regulam melhor seus impulsos e conseguem manter a calma em situações frustrantes, como perder um jogo. Ensinar técnicas simples de respiração ou pausa nesses momentos pode ser um grande aliado no desenvolvimento dessa habilidade.
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