Pesquisadores de ponta voltaram sua atenção a um dos fenômenos mais intrigantes da mente humana — as experiências de quase morte (EQMs) — e, mesmo com métodos rigorosos, afirmam que a ciência ainda está sem resposta convincente para o que realmente acontece quando a vida beira o fim. Entre relatos de luzes fortes, sensações de paz e até encontros com pessoas queridas, nenhum modelo científico atual explica de forma satisfatória essas vivências profundas.
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Uma equipe internacional desenvolveu o que chamou de modelo NEPTUNE, uma tentativa ambiciosa de mapear uma base neurofisiológica e psicológica para as EQMs, reunindo teorias sobre alterações químicas no cérebro, desequilíbrios de gases sanguíneos e ativações elétricas neurais. Mesmo assim, especialistas renomados alertam que o modelo deixa lacunas enormes e ignora evidências que não se encaixam nas explicações propostas.
Críticos, como os pesquisadores Bruce Greyson e Marieta Pehlivanova, destacam que muitas EQMs envolvem experiências multisensoriais ricas e transformadoras — como sensação de sair do corpo ou encontros nítidos com pessoas — que não se parecem com alucinações neurológicas típicas, que geralmente envolvem somente um sentido e se dissipam rapidamente. Eles também observam que estimulações cerebrais experimentais que geram alucinações não produzem as características completas relatadas por quem esteve à beira da morte.
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Apesar das críticas, os cientistas envolvidos no estudo reconhecem a importância de continuar investigando com mente aberta. Entender o que ocorre nos momentos mais extremos da consciência pode revelar novas pistas sobre funcionamento cerebral e os limites da consciência humana — mas, por enquanto, o enigma das EQMs segue sem uma explicação consolidada.
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