Na semana passada, a Anvisa determinou o fim da venda e o recolhimento de um lote inteiro de chá de camomila popular após análises laboratoriais apontarem um problema que faria qualquer um perder o apetite: o produto estava contaminado com insetos. O lote de uma marca conhecida, não pode mais ser vendido, distribuído ou consumido em todo o território nacional por apresentar irregularidades graves no processo de fabricação.
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Os exames realizados pela agência mostraram números assustadores: em apenas 25 gramas do chá havia 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos — muito acima do limite máximo permitido de 90 partes por essa quantidade. Além disso, foram encontradas partes de plantas como talos e sementes que não fazem parte da composição típica da camomila, reforçando falhas no controle de qualidade.
Segundo a Anvisa, a própria fabricante já havia iniciado, ainda no ano passado, o recolhimento voluntário do produto ao identificar irregularidades internas e comunicou o órgão regulador antes da proibição oficial. A determinação foi publicada no Diário Oficial da União e atinge não apenas pontos de venda físicos, mas também lojas online que possam ter o lote contaminado em estoque.
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O caso ganhou repercussão nacional por envolver uma bebida tão comum no dia a dia das pessoas, muitas vezes associada ao relaxamento e bem-estar — e agora tem consumidores questionando a qualidade de outros produtos similares no mercado.
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