Durante anos, a ciência tentava entender como surgiu a primeira grande pandemia que atingiu a humanidade. Agora, pesquisadores revelaram que o vírus responsável por essa tragédia milenar foi o adenovírus humano, um agente infeccioso que ainda circula entre nós até hoje, causando desde resfriados até doenças mais sérias. A descoberta veio a partir de fragmentos de DNA preservados em restos humanos encontrados na Sibéria, datados de 14 a 15 mil anos atrás.
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Esse achado surpreendente mostra que as pandemias não são fenômenos modernos, mas sim parte da trajetória da nossa espécie. Segundo os especialistas, a epidemia teria sido devastadora e pode ter dizimado comunidades inteiras durante a pré-história. O adenovírus, embora hoje seja considerado comum, naquele período teria encontrado populações vulneráveis, sem imunidade, provocando mortes em grande escala.
A análise genética feita com tecnologia de ponta revelou que esses vírus já circulavam entre caçadores-coletores, muito antes do desenvolvimento de cidades e grandes aglomerações humanas. Isso derruba a ideia de que as primeiras pandemias só começaram a surgir com o crescimento das civilizações, provando que até grupos pequenos e nômades eram alvos de surtos letais.
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Os cientistas destacam ainda que a descoberta ajuda a compreender a evolução das doenças infecciosas e a relação dos humanos com os vírus ao longo do tempo. Mais do que resolver um mistério antigo, esse estudo mostra que estamos vivendo lado a lado com ameaças invisíveis desde os primórdios da humanidade — e que novas pandemias podem surgir a qualquer momento.
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